12 novembro, 2006

Sexta-feira na estação Sé. Faltando três minutos para as seis horas da tarde, oito pessoas saíram do penúltimo vagão do metrô (apenas). Nenhuma delas olhou pra cima, ninguém olha pra cima.

24 setembro, 2006

O vento gelado que sopra como se estivesse mesmo é dando uma bronca na gente já não corta o meu rosto, talvez porque alguma coisa (quem sabe a tristeza?) está prestes a irromper... E é só por alguns minutos que a vida encosta ali no muro e insiste em ficar tão nula, mas eu acho que é por causa da alma, quer dizer, pra ouvi-la chorar. Porque o vento agora, é o de menos.