em um menininho, no sol, na esquina, na frente da santa casa de misericórdia, na cadeira de rodas, no canto da calçada, na roupa bem lavadinha, nos braços com mãozinhas atrofiadas saindo das mangas, no cabelo sendo afagado pelo avô, e no tudo mais que é visível e guarda o tudo invisível existente nas vidas que rodeiam minha travessia pela faixa de pedestres na ida à bomboniere mais próxima.
Eu não sei, foram poucos segundos, mas o menininho colocou os dele só nos meus.
1 denúncias:
cadeirante-galante. sem mais.
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