25 novembro, 2015

sonho que estou criando coragem para matar um animal asqueroso que estava dentro de outro animal na minha sala.

um galho se parte logo cedo em frente ao terreno e quebra a manhã, eu penso sentir cheiro de alecrim em diferentes lugares o dia todo, nas gravações alguém ousa poesia, outro alguém não me olha nos olhos no elevador e sai mancando e eu saio sangrando dentro crises amorosas alheias. sagitário chega e é sabido que minha porção animal está dentro de outro animal. chega a conta de luz, chega um pingente pelo correio. o gato me olha piscando muito devagar.

horas muitas vezes estão por um triz, você pensa um pouco crendo que está ligado num tipo de atmosfera alucinada mas com falsa cor de camomila. e meu bem,
o dia é coisa delicadíssima.

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